2° Turno: como as eleições presidenciais impactam na economia brasileira

Ouça a análise do comentarista Abdo Filho

Publicado em 06/10/2026 às 10h13

Economia, moeda, real, dinheiro. Crédito: Pixabay

4 de outubro de 2026, primeiro turno das eleições brasileiras. O presidente Lula, do alto de toda a sua popularidade, ficou atrás do oposicionista Flávio Bolsonaro em sua tentativa de reeleição. Os ruídos políticos são vários no Brasil, ainda mais em tempos de redes sociais e de Judiciário em crise, mas as questões econômicas não podem ser desconsideradas. Muito embora a economia brasileira viva tempos de baixo desemprego, inflação abaixo dos 5% e PIB crescendo, as taxas de juros praticadas no país estão, desde 2022, em dois dígitos, entre as mais altas do mundo. Isso machuca muito as famílias e as empresas, como analisa o comentarista Abdo Filho. Por que chegamos até aqui e não conseguimos sair? O desajuste das contas públicas (desde meados da década passada o país coleciona déficits, ou seja, gasta sistematicamente mais do que arrecada) é o principal fator. Além disso, falta perspectiva de melhora, não abrindo espaço para os juros caírem de forma sustentada. Ouça a análise!

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