Entenda por que olhar para seus antepassados lhe ajuda a viver mais

O médico infectologista Lauro Ferreira Pinto fala da relação entre genética e longevidade

Publicado em 05/09/2026 às 11h09

Idosos dançando: os desafios da longevidade. Crédito: Freepik

Em uma sociedade em desenvolvimento, alguns elementos são essenciais para promover a saúde e ampliar a expectativa de vida da população. O acesso à água potável, ao saneamento básico e à vacinação, por exemplo, é fundamental para que as pessoas vivam mais e com mais qualidade.

No âmbito individual, alguns hábitos da rotina também contribuem para um envelhecimento saudável: alimentação equilibrada, prática regular de atividades físicas, controle do estresse e hidratação adequada. Mas, recentemente, outro fator ganhou ainda mais peso quando o assunto é longevidade: a genética.

Um estudo publicado neste ano na revista Science mostrou que a genética pode ser responsável por 55% da determinação da longevidade, um percentual significativamente maior do que estimativas anteriores. Isso quer dizer que nossos antepassados determinam quanto tempo de vida temos? Nesta edição de Vida Longa CBN, o médico infectologista Lauro Ferreira Pinto fala da relação entre genética e longevidade. Ouça a conversa completa!

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