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Conflito ou confronto: sociedade está com os nervos à flor da pele?

Motivada pela confusões no Rio e em SP, Adriana Müller analisa: "Viver em sociedade requer autocontrole"

A "treta do Leblon" foi um dos assuntos mais comentados do mundo no Twitter
A "treta do Leblon" foi um dos assuntos mais comentados do mundo no Twitter
Foto: Reprodução/Twitter

Estamos passando por uma fase de "nervos à flor da pele"? Essa é a reflexão trazida por Adriana Müller, nesta edição do CBN e a Família. O assunto foi motivado por duas confusões que ocorreram na última semana: uma delas, que ficou conhecida como "treta do Leblon", aconteceu no Rio de Janeiro e envolveu a arquiteta Aline Araújo e a empresária Sheila Mack. O outro caso aconteceu em um restaurante de luxo em São Paulo, quando o médico Carlos Iglesias brigou com funcionários e clientes do estabelecimento por querer ser atendido no horário de fechamento.

A comentarista convida à reflexão: a intolerância tem tomado conta das relações sociais? Ela orienta: "Viver em sociedade requer autocontrole. Não posso fazer o que eu quero, na hora que eu quero". Adriana explica ainda: "são casos que saltam aos olhos porque ganharam visibilidade e estão aí 'bombando' nas redes. São simbólicos e sinalizam, de algum modo, de que algo pode está fora de 'calibragem' nas relações humanas. A pandemia tem influenciado nessa mistura de sentimentos da sociedade, mas não podemos achar que é assim e ponto. Sem diálogo e empatia, não andamos". Ouça a análise completa!

ENTENDA OS CASOS

No Rio, A arquiteta Aline Araújo estava em um restaurante no Leblon, bairro nobre na Zona Sul, e se incomodou com duas mulheres de biquíni sentadas em cima de um carro conversível. Ela jogou uma garrafa d'água na empresária Sheila Mack, que estava no carro. Sheila desceu do veículo e foi dar um tapa em Aline.

Em São Paulo, o médico Carlos Iglesias brigou com funcionários e clientes de um restaurante de luxo por querer ser atendido no horário de fechamento. No estado, como medida de enfrentamento ao novo coronavírus, estabelecimentos devem encerrar suas atividades às 22h e o médico chegou ao local às 21h50 e queria ser atendido.

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