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"Nova gasolina": eficiência pode compensar valor mais caro?

Ouça a análise do comentarista Ricardo Barbosa

Nesta edição do "Pit Stop CBN", o comentarista Ricardo Barbosa traz como destaque a notícia recente de que, a partir de agosto, a gasolina produzida no Brasil terá especificações novas, com qualidade semelhante ao combustível produzido nos Estados Unidos. Isso porque em janeiro deste ano, a Agência Nacional do Petróleo e Biocombustível (ANP) divulgou a resolução 807/20, que estabelece uma nova especificação para a gasolina vendida no país.

O derivado de petróleo precisará ter uma massa específica mínima de 715 kg/m³ - índice que não era regulamentado até então - e número de octanas mínimo de 92 (atualmente é de 87) pela metodologia RON, que avalia a resistência do combustível à detonação. Por outro lado, a Petrobras disse que o litro da gasolina tende a ficar mais caro (ainda não há previsão de valores), com a entrada em vigor dessas novas especificações.

Segundo a diretora de refino e gás natural da Petrobras, Anelise Lara, “como praticamos o preço de paridade de importação, ela [gasolina com maior qualidade] será mais cara, se comparada à atual. O preço de paridade vai ser um pouco mais elevado, mas isso vai ser compensado, porque ela será mais eficiente. Em termos finais de custo, acreditamos que será mais positivo [para o consumidor], porque poderá rodar mais com menos”, afirmou ela, ao participar de evento on-line. Confira a análise de Ricardo Barbosa sobre o tema!

 

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