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Sindicatos perdem 951 mil filiados: o que influencia o trabalhador?

Os comentaristas Alberto Nemer e Cassio Moro também analisam a informação de que o governo avalia como ter acesso a recursos do abono salarial para o Renda Brasil

Carteira de Trabalho
Carteira de Trabalho
Foto: públicas/arquivo

Nesta edição do "Retrabalho", os comentaristas Alberto Nemer e Cassio Moro trazem como destaque que como consequência do aumento no número de aposentadorias e queda na arrecadação de recursos, em apenas um ano, 951 mil trabalhadores deixaram de ser sindicalizados no Brasil, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua: Características Adicionais do Mercado de Trabalho 2019, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (26). No ano passado, 11,2% dos trabalhadores brasileiros eram associados a sindicatos, o equivalente a 10,567 milhões de pessoas. Em 2018, a taxa de sindicalização alcançava 12,5%, ou 11,518 milhões de sindicalizados.

Embora a sindicalização tenha encolhido, o total de pessoas trabalhando no ano de 2019 aumentou 2,5%, cerca de 2,3 milhões de empregos a mais. A última vez em que a taxa de sindicalização cresceu foi em 2013, quando 212 mil trabalhadores a mais se sindicalizaram. Desde então, os sindicatos perderam mais de 4 milhões de trabalhadores filiados. Outro destaque na conversa é a informação de que o governo avalia como ter acesso a recursos do abono salarial para o Renda Brasil.

Acompanhe as explicações completas:

 

 

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