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Ponto de Vista: especialistas analisam novo protocolo para cloroquina

Participam Edmilson Migowski, médico infectologista, e professor da UFRJ, e Celso Murad, presidente do CRM-ES

Remédios
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Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil

O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (20) o protocolo que libera no SUS o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina até para casos leves de Covid-19. Até então, o protocolo previa os remédios para casos graves. A mudança no protocolo era um desejo do presidente Jair Bolsonaro, defensor da cloroquina no tratamento da doença causada pelo novo coronavírus. Não há comprovação científica de que a cloroquina é capaz de curar a Covid-19. O termo de consentimento, que deve ser assinado pelo paciente, ressalta que "não existe garantia de resultados positivos" que "não há estudos demonstrando benefícios clínicos". É sobre esse assunto que a gente trata no "Ponto de Vista" do CBN Cotidiano.

Edmilson Migowski, médico infectologista, e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, participa da discussão dizendo que a cloroquina não tem uso de prevenção para Covid-19 e como organismo responde ao vírus.

Também participa o médico Celso Murad, presidente do Conselho Regional de Medicina do Espírito Santo (CRM-ES), que explica que o Conselho Regional de Medicina no Espírito Santo foi o primeiro a concordar com o uso da hidroxicloroquina desde o início do tratamento levando em consideração o caso clínico do paciente. A partir do momento em que o médico entender que aquele paciente pode usar aquele medicamento ou, qualquer outro medicamento, é de total responsabilidade e direito do médico usar.

 

 

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