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Procons se mobilizam contra aumento de produtos da cesta básica

Nos supermercados do Estado, um pacote de cinco quilos de arroz já chega a custar mais de R$ 22

Em um momento de grave crise econômica e encolhimento da renda de boa parte da população, os aumentos constantes no preço dos alimentos, principalmente os que compõem a cesta básica, têm sido motivo de reclamação nas mais diversas esferas. Do consumidor à presidência da República, muitos têm sido os apelos para que haja uma diminuição nos valores cobrados. A alta, inclusive, caiu no radar dos Procons, que estão investigando a situação.

O Procon de Vila Velha, por exemplo, assinou, em conjunto com Procons de outros Estados e municípios de todo o Brasil, o ofício enviado à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça. Em entrevista nesta quarta-feira (09) à CBN Vitória, Diego Fernandes Coutinho, Coordenador Interino de Fiscalização do Procon de Vila Velha, explica que no ofício, os órgãos de defesa do consumidor cobram providências em relação a alta dos preços dos produtos que compõem a cesta básica, no momento em que a sociedade enfrenta um grave problema de saúde pública e econômico, em consequência da pandemia do novo coronavírus.

A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) chegou a comunicar à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça, sobre reajustes generalizados praticados pela indústria e disse que o setor tem sofrido “forte pressão” por aumentos de preços de itens da cesta básica. O órgão alertou ainda para o risco de desequilíbrio entre a oferta e a demanda num momento de crise sanitária. Nos supermercados do Estado, um pacote de cinco quilos de arroz já chega a custar mais de R$ 22.

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