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Conselho, PGE, estudo: conheça fases do tombamento dos galpões do IBC

Ouça a entrevista da doutora em Gestão e Preservação do Patrimônio Cultural Viviane Pimentel à CBN Vitória

Unidade Armazenadora de Camburi, conhecida como galpões do IBC, em Jardim da Penha, Vitória
Unidade Armazenadora de Camburi, conhecida como galpões do IBC, em Jardim da Penha, Vitória
Foto: CONAB

A solicitação de tombamento dos galpões do IBC em Jardim da Penha, aprovada pelo Conselho Estadual de Cultura (CEC) nesta quinta-feira (19), ainda vai receber um parecer da Procuradoria Geral do Estado (PGE) e será analisada em, pelo menos, outras duas reuniões deliberativas do CEC. O processo trava a venda e deixa uma incógnita para o possível comprador dos galpões, que foi colocado em leilão pela União, atual proprietária.

De acordo com a Resolução CEC nº 01/83, de 22 de fevereiro de 1983, a instauração do processo de tombamento implica que seja sustado "qualquer projeto ou obra que importe em mutilação, modificação ou distribuição do(s) mesmo(s)".

Em entrevista ao CBN Cotidiano, a arquiteta e urbanista Viviane Pimentel, doutora em Gestão e Preservação do Patrimônio Cultural pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), analisou a solicitação de tombamento e apontou que os galpões representam "patrimônio industrial". Ouça:

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