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Mesmo incerto, retorno presencial das aulas gera discussão

A União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação do Espírito Santo (UNCME-ES) já afirmou que vai acionar o Ministério Público se a decisão for pelo formato presencial

O assunto é a volta às aulas. Isso porque governo, prefeituras, professores e alunos já se movimentam para o retorno no mês de fevereiro. O formato de ensino - presencial, híbrido ou remoto, porém, ainda é incerto. Mas já existem posicionamentos contrários de profissionais do setor, caso o Palácio Anchieta e prefeituras decidam pela volta presencial dos estudantes. A União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação do Espírito Santo (UNCME-ES) já afirmou que vai acionar o Ministério Público se a decisão for pelo formato presencial. Em entrevista à CBN Vitória, o presidente da União no Estado, Júlio Cesar Alves dos Santos, afirma que falta diálogo entre governo e a sociedade. Acompanhe!

>>> NOTA MINISTÉRIO PÚBLICO:

O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Vitória, informa que participa das discussões entre o Governo do Estado e as prefeituras em relação ao retorno às aulas no ano letivo de 2021, mesmo em período de pandemia. O MPES entende que o direito constitucional à educação deve ser respeitado, em especial, o das crianças e adolescentes em vulnerabilidade social. Avalia também ser necessário conciliar os interesses de todos os envolvidos, bem como considera que a volta às aulas deve seguir todas as normas necessárias de biossegurança, para resguardar a saúde dos alunos e familiares, dos profissionais de educação e demais servidores e trabalhadores que atuam no funcionamento das atividades educacionais.

>>> NOTA SEDU:

A Secretaria da Educação informa que o ano letivo das escolas da Rede Pública estadual começará em 04 de fevereiro. Esclarece que a definição sobre aulas presenciais, remotas ou híbridas dependerá do Mapa da Risco do estado e das orientações das autoridades de saúde, e que a Sedu está se preparando para iniciar o período letivo, independente do formato estabelecido. Ainda de acordo com a Sedu, o novo ensino médio está sendo implementado no país, o que acarreta mudanças na organização curricular como, por exemplo: aumento da carga horária e a inclusão de novas disciplinas.

 

 

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