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Economista explica: como usar o dinheiro do auxílio emergencial?

O entrevistado é o economista Antonio Marcus Machado

Os governos municipal, estadual e federal vão conceder auxílios financeiros emergenciais para as pessoas financeiramente afetadas pela pandemia. No caso do Espírito Santo, o cartão "ES Solidário" vai contemplar até 87.612 famílias em situação de extrema pobreza e que possuam crianças de zero a 6 anos no grupo familiar, com três parcelas mensais de R$ 200, a partir de abril. No âmbito federal, o auxílio emergencial tem recorte de renda, será limitado a uma pessoa por família, e os valores vão variar entre R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Mas como usar esse dinheiro? Deve-se priorizar quais gastos? Quem nos ajuda a responder é o economista Antonio Marcus Machado. Acompanhe!

Segundo o economista, a alimentação deve ser prioridade na hora de gastar esse dinheiro, e não se pode abrir mão disso em detrimento de outros gastos. "Mas o valor não é grande, então a alimentação tem que ser a mais simples possível", explica. Caso seja possível, contemple também aquilo que faz a casa funcionar - água e luz. Mas Antonio Marcus Machado deixa claro: "cada dia é uma batalha, cada dia é uma vitória por menor que seja, esses auxílios são auxílios de sobrevivência".

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