IA e a recriação de pessoas falecidas: homenagem, terapia ou risco ético?

Acompanhe as observações do comentarista Gilberto Sudré

Publicado em 22/07/2026 às 12h07
Inteligência Artificial no reconhecimento facial
Inteligência Artificial pode recriar feições humanas. Crédito: eugene barmin/Freepik

Nesta edição do “CBN e a Tecnologia”, o comentarista Gilberto Sudré traz a reflexão: e se você pudesse conversar novamente com alguém que já morreu? Parece roteiro de ficção científica, mas essa possibilidade já existe graças à Inteligência Artificial (IA). A chamada “necromancia digital” utiliza fotos, vídeos, áudios e mensagens para recriar a aparência, a voz e até o jeito de falar de pessoas falecidas. Para alguns, é uma forma de preservar memórias e aliviar a saudade. Para outros, levanta sérias questões sobre ética, privacidade, consentimento e até os limites entre a tecnologia e o luto. No quadro, vamos discutir até onde a Inteligência Artificial deve ir quando o assunto é manter viva a presença de quem já partiu. Ouça a conversa completa!