Julgamento dos royalties: o tamanho do rombo e a estratégia do ES

Ouça detalhes na participação do comentarista Abdo Filho

Publicado em 21/04/2026 às 09h56
No Brasil, o petróleo está mais presente no litoral (Imagem: B Studio | Shutterstock)
[Edicase]No Brasil, o petróleo está mais presente no litoral (Imagem: B Studio | Shutterstock). Crédito: Imagem: B Studio | Shutterstock

Nesta edição do "Economia e Negócios", o comentarista Abdo Filho traz como destaque a informação que está marcado para o dia 6 de maio o julgamento, pelo plenário do Supremo Tribunal Federal, das ações que pedem mudanças na distribuição dos royalties do petróleo. Os estados que não produzem desejam receber mais. Os produtores - Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo concentram mais de 90% da extração brasileira de óleo e gás - estão sob forte pressão em uma discussão que não deixa de ser política. A estratégia capixaba é apontar a inconstitucionalidade da lei aprovada pelo Congresso Nacional, em 2012, mudando a repartição.

Pelas contas do governo capixaba, se os ministros do STF mantiverem integralmente o que foi aprovado pelo Congresso, o Estado do Espírito Santo, levando em consideração o que foi pago a título de royalties e participações especiais em 2025 (R$ 1,43 bilhão), deixaria de faturar algo perto de R$ 500 milhões. Ouça a conversa completa!