Fraude de R$ 3,4 bilhões do café no ES segue sem desfecho na Justiça

Ouça detalhes na participação da comentarista Vilmara Fernandes

Publicado em 09/09/2026 às 11h50
Café, grão, xícara
Café, grão, xícara. Crédito: PublicDomainPictures por Pixabay

Ao todo, 36 envolvidos no esquema se tornaram réus em ação penal, mas para dois deles a punição foi extinta por morte. A investigação teve início em 2012 e culminou na deflagração de três fases da Operação Robusta, em 2013. Na sequência houve denúncia apresentada pelo Ministério Público do Espírito Santo (MPES) em 2014, aceita pela Judiciário em 2016. Desde então, com a demora na tramitação, parte das acusações contra alguns acusados, como os crimes de favorecimento real e associação criminosa, já prescreveu, ou seja, o Estado perdeu o direito de punir alguns réus. A corrida contra o tempo agora é para evitar que a situação se repita em relação aos crimes de falsidade ideológica e contra a ordem econômica, cujo prazo vence em maio de 2028; e ainda em relação aos crimes de corrupção passiva, com prazo até 2032. Ouça detalhes na participação da comentarista Vilmara Fernandes.