Entenda como a 'engenharia social' tem permitido os golpistas agirem no mundo virtual

Ísis Parteli, especialista em Inovação, é quem explica como funciona o voto

Publicado em 10/09/2026 às 10h50
Celular, tecnologia, idoso, golpe, virtual
Celular, tecnologia, idoso, golpe, virtual. Crédito: Reprodução

Nesta edição do "Segurança em Foco", o alerta é que o fator humano continua sendo a principal porta de entrada para cibercriminosos no Brasil. No primeiro semestre de 2026, a chamada "engenharia social" foi responsável por 40% de todas as fraudes financeiras registradas no país. Os dados fazem parte de um levantamento recente da Quod, datatech especializada em inteligência de dados para o mercado de crédito. Assim, quase metade das fraudes atuais acontece porque os criminosos usam gatilhos de pânico e urgência para te convencer a entregar a senha de bandeja, seja por uma ligação falsa do banco ou por links maliciosos.

Diferentemente de ataques cibernéticos complexos que exploram falhas em sistemas e softwares, a engenharia social baseia-se na manipulação psicológica. Os golpistas induzem as próprias vítimas a fornecerem dados confidenciais, transferir dinheiro ou conceder acesso a contas bancárias. Em entrevista à CBN Vitória, a especialista em Inovação, Ísis Parteli, fala sobre o assunto. Ouça a conversa completa!