Ainda existem orelhões? Quem é responsável por eles? Anatel explica!

O ES ainda tem 14 orelhões ativos. Ouça os detalhes com a superintendente de Controle de Obrigações da Anatel, Suzana Silva Rodrigues

Vitória / Rede Gazeta
Publicado em 08/01/2026 às 11h45
Wagner Moura no filme
Wagner Moura no filme "O Agente Secreto". Crédito: Divulgação

O filme brasileiro "O Agente Secreto", de Kleber Mendonça Filho, ganhou o prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira no Critics Choice Awards 2026. O anúncio foi feito na noite no último domingo (4). Um elemento comum a muitos brasileiros ajudou a recriar o cenário da década de 1970 do filme e se tornou um dos símbolos da produção, trata-se do "orelhão", o telefone público que por décadas ocupou as ruas do país. O uso dos Terminais de Uso Público (TUP), conhecidos como os orelhões, vem caindo. É o que aponta a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A agência informa que "com a evolução da tecnologia e as novas necessidades da sociedade, além do fim próximo dos contratos de concessão da Oi, tornou-se necessário discutir o atual modelo de concessão. O objetivo é estimular investimentos em redes de banda larga, entre outros avanços". A Anatel confirmou que o uso dos telefones públicos vem caindo de forma contínua em todo o país, substituído por serviços de telefonia móvel, banda larga fixa e aplicativos de voz e vídeo. A agência destacou que, com o fim das concessões de telefonia fixa e a migração para o regime de autorização, as operadoras não têm mais obrigação legal de instalar ou manter orelhões, exceto em áreas sem cobertura de celular.

A tendência é que desapareçam de vez até 2028, prazo limite definido para as localidades onde ainda não há cobertura de serviços de voz. Em entrevista à CBN Vitória, a superintendente de Controle de Obrigações da Anatel, Suzana Silva Rodrigues, fala sobre o assunto. Ouça a conversa completa!