Fim da escala 6x1: indústria no ES avalia aumento de custo com nova jornada

Ouça entrevista com o presidente da Findes, Paulo Baraona

Vitória / Rede Gazeta
Publicado em 21/10/2026 às 11h43
Tecnologia na indústria, máquinas, produtividade
Tecnologia na indústria, máquinas, produtividade. Crédito: Imagem gerada pelo Gemini

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1 e garante dois dias de descanso remunerados por semana foi promulgada pelo Congresso Nacional na última sexta-feira (16). O ato marca o início do período de transição até a entrada em vigor das novas regras. A Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) consideram preocupantes os impactos que serão gerados com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e estabelece o fim da escala 6×1. 

Em seu posicionamento, a Findes afirma que "segundo estudo da CNI, a previsão de aumento dos custos com mão de obra formal é da ordem de R$ 3 bilhões a R$ 4,5 bilhões anuais para as empresas do Espírito Santo, o que elevaria de 4,6% a 6,9% os custos atuais com colaboradores. Os valores variam a depender da escolha das empresas: pagar horas extras ou contratar novas pessoas. No Brasil, esse custo pode chegar a quase R$ 270 bilhões".

 Em entrevista à CBN Vitória, o presidente da Findes, Paulo Baraona, fala sobre o assunto. Ouça a conversa completa!