Ufes seleciona candidatos para estudo internacional que busca cura da hepatite B

Ouça a pesquisadora da Unidade de Gestão da Pesquisa do hospital, professora Tânia Reuter

Vitória / Rede Gazeta
Publicado em 26/01/2026 às 11h37
Hucam-Ufes seleciona candidatos para estudo internacional que busca a cura da Hepatite B
Ufes em estudo internacional na busca pela cura da Hepatite B. Crédito: Divulgação Ufes

Adultos com hepatite B crônica já podem se inscrever em um estudo clínico realizado pelo Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam-Ufes) que busca desenvolver estratégias para a cura funcional da doença. A pesquisa terá duração de cinco anos, será conduzida no Ambulatório de Hepatites Virais do hospital e inicia, nesta primeira fase, o pré-cadastro de voluntários para recrutamento entre abril e dezembro deste ano.

O estudo, denominado BICC, é voltado a pessoas maiores de 18 anos diagnosticadas com hepatite B crônica — incluindo pacientes que também vivem com HIV. Não podem participar candidatos com cirrose descompensada, câncer no fígado ou infecção ativa pelo vírus da hepatite C. Os participantes devem estar em tratamento ou ter disponibilidade para iniciar acompanhamento médico, além de capacidade de consentimento.

Nesta primeira etapa, que já está aberta, o Hucam-Ufes está realizando o pré-cadastro de possíveis candidatos para o recrutamento, que será realizado de abril a dezembro deste ano. Para participar, os interessados devem se enquadrar em um dos dois grupos elegíveis para o estudo. No primeiro, eles devem ter mais de 18 anos e ser pessoa com HIV e Hepatite B crônica (HBsAg reagente). Já o segundo grupo será composto por pessoas só com Hepatite B crônica. Os candidatos não podem ter diagnóstico de cirrose descompensada, câncer no fígado ou infecção ativa pelo vírus da hepatite C, e devem estar em tratamento ou ter disponibilidade para tratar, além de capacidade de consentimento.

Em entrevista à CBN Vitória, a pesquisadora da Unidade de Gestão da Pesquisa do hospital, professora Tânia Reuter, fala sobre o assunto. A expectativa, segundo ela, é identificar estratégias terapêuticas inovadoras que melhorem a sobrevida e qualidade de vida desses pacientes, permitindo que eles também se beneficiem das novas terapias antirretrovirais e avanços científicos. Ouça a conversa completa!