Enxaqueca tem cura? É mais comum em mulheres? Médico esclarece dúvidas sobre a doença!
Dr. Renan Domingues, neurologista, fala sobre o assunto
Em 12 de setembro é recordado o Dia Internacional de Ação Contra a Enxaqueca. A data é trazida por sociedades médicas para conscientizar a população sobre essa doença neurológica crônica. Dados do Ministério da Saúde (MS) trazem que a enxaqueca apresenta alta prevalência, acometendo cerca de 15% da população mundial, com maior incidência na faixa etária produtiva, especialmente entre 25 e 50 anos. Além disso, é considerada a segunda principal causa global de incapacidade e predomina no sexo feminino, fortemente influenciada pelas oscilações hormonais. Nesta edição do "Vida Longa CBN", o médico neurologista, Renan Domingues, Doutor pela Universidade de São Paulo (USP), professor e chefe do setor de dor de cabeça da Santa Casa de São Paulo, fala sobre o assunto.
"A dor de cabeça, como a gente explica, é um termo 'genérico'. A enxaqueca é uma doença que também tem como sintoma essa dor de cabeça. Pra gente diferenciar diagnóstico, passamos pelos sintomas e, sobretudo, a intensidade dessa dor. A enxaqueca, por exemplo, chega a atingir 30% das mulheres na fase reprodutiva. Aqui falamos de fatores genéticos e hormonais", explica. O médico explica que a enxaqueca tem cinco fases. Desde o inicio, numa fase atrelada ao cansaço, fadiga e irritabilidade, chegando à fase mais crítica", explica. Ouça a conversa completa!