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José Márcio de Barros

O economista e consultor financeiro José Márcio de Barros apresenta todos os detalhes do cenário econômico, mercado financeiro e investimentos.

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Novo aumento da Selic e as condições de voltar o
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Novo aumento da Selic e as condições de voltar o "fantasma" da inflação

Nesta edição do CBN Investimentos, José Márcio de Barros comenta a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), na última quarta-feira (16), de elevar a Selic, taxa básica de juros, em 0,75% - de 3,5% para 4,25%. Segundo o comentarista, o movimento do Copom já era esperado pelo mercado, mas as condições econômicas são adversas, principalmente no que se refere ao "fantasma" da inflação. A próxima reunião é no dia 4 de agosto e já a a sinalização de mais um aumento de 0,75%. Ouça!

Bovespa valoriza 9% desde maio, superando a barreira histórica de 130 mil pontos
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Bovespa valoriza 9% desde maio, superando a barreira histórica de 130 mil pontos

Nesta edição do CBN Investimentos, José Márcio de Barros analisa a marca histórica do índice Bovespa, atingida nesta semana. O principal indicador do mercado financeiro chegou a casa dos 130 mil pontos - uma valorização de 9% desde o início de maio. O economista considera "inexplicável" a alta dos ativos brasileiros e aponta fatores internos e externos para o otimismo econômico.

Clima econômico brasileiro será favorecido pela vacinação, mostra pesquisa
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Clima econômico brasileiro será favorecido pela vacinação, mostra pesquisa

Uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) prevê melhora no clima econômico brasileiro para o 2º trimestre de 2021. A expectativa para, de fato, haver uma retomada mais consistente da economia está na vacinação contra a Covid-19 e a esperança pela imunização em um ritmo mais veloz nos próximos meses. Assunto para José Márcio de Barros, que nesta edição do CBN Investimentos recebe a líder da sondagem, a economista Lia Valls, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV-IBRE). Ouça!

Você usa o Pix? Números da ferramenta após 6 meses no ar surpreendem
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Você usa o Pix? Números da ferramenta após 6 meses no ar surpreendem

Com apenas seis meses de funcionamento, o volume financeiro de transações do Pix já superou R$ 1 trilhão. Só o número de transações ultrapassa 1,5 bilhão e o número de usuários chega a 87 milhões, sendo 82 milhões de pessoas físicas e 5 milhões de pessoas jurídicas. Assunto para José Márcio de Barros, nesta edição do CBN Investimentos! Na análise do economista, o volume de transações e de valores envolvendo o Pix atesta o sucesso da ferramenta de pagamentos instantâneos.

Aumento da taxa de juros: bom ou ruim? Selic pode chegar a 5,5%
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Aumento da taxa de juros: bom ou ruim? Selic pode chegar a 5,5%

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, na última quarta-feira (05), elevar a Selic - taxa básica de juros - em 0,75 ponto percentual, para 3,50% ao ano. Assunto para José Márcio de Barros, que traz detalhes da ata da reunião que definiu o reajuste. O comentarista aponta que o comunicado do Bacen já prevê a Selic no patamar de 5,5% em dezembro, em função da inflação de alimentos e do aumento dos preços dos bens industriais - cenário classificado como preocupante. Ouça a análise completa!

Como começar a investir e se programar para os próximos 25 anos?
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Como começar a investir e se programar para os próximos 25 anos?

Nesta edição do CBN Investimentos, José Márcio de Barros traz dicas e orientações para aqueles que desejam começar a investir e, claro, desejam se programar para o futuro. "Um indivíduo para ter recursos disponíveis para aplicar/investir (mesmo que seja pouco), deve aprender a organizar as suas finanças pessoais - isso é valido para as empresas também. As receitas terão que ser maiores do que as despesas/gastos de forma que sobre algum recurso para ser investido/aplicado".  Ele segue: "A segunda coisa é que as pessoas devem ter controle sobre os seus gastos, despesas. 'Cortar custos é igual cortar unha e cortar cabelos', sempre tem o que cortar. Aí, sim, chega-se num estágio três. Onde? Em que aplicar? Por quanto tempo? Qual é o perfil de quem investe? Qual o risco que o aplicador vai correr?", indaga.

Onda das IPOs: empresas capixabas miram bolsas de valores
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Onda das IPOs: empresas capixabas miram bolsas de valores

Até agora, somente duas empresas capixabas possuem capital aberto em bolsa de valores: o Banestes e a Fertilizantes Heringer, ambas na B3 - em São Paulo. Mas esse cenário pode mudar em 2021, já que pelo menos cinco empresas do Espírito Santo miram a entrada na bolsa de valores. A fintech Picpay, por exemplo, quer abrir capital na bolsa eletrônica Nasdaq (EUA). Assunto para José Márcio de Barros, nesta edição do CBN Investimentos. O comentarista analisa a onda das IPOs pelo Estado e em todo o Brasil.

Análise: empresas deverão investir R$ 6 bi em aeroportos privatizados
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Análise: empresas deverão investir R$ 6 bi em aeroportos privatizados

O governo federal, na última quarta-feira (07) na B3, realizou novo leilão para privatização de aeroportos. Foram concedidos 22 aeroportos em 12 estados, arrecadando-se R$ 3,3 bilhões em outorgas. A concorrência foi feita pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em três blocos: Norte, Sul e Central. Assunto para José Márcio de Barros, no CBN Investimentos! A brasileira CCR ganhou os blocos Sul e Central e a francesa Vinci ganhou o bloco Norte. As duas deverão investir R$ 6 bilhões em melhorias nos terminais. Ouça a análise econômica!

Por que os gastos de estrangeiros no Brasil podem se tornar inéditos
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Por que os gastos de estrangeiros no Brasil podem se tornar inéditos

Os brasileiros gastaram 240 milhões de dólares no exterior em fevereiro de 2021. O número representa uma queda de 73%, em relação ao mesmo período do ano passado. Os gastos de estrangeiros no Brasil também diminuíram - cerca de 55%. Os dados são do Banco Central. Na análise de José Márcio de Barros, nesta edição do CBN Investimentos, é preciso fazer um balanço entre esses dois grupos. Segundo o economista, o déficit entre gastos brasileiros em outros países e gastos de estrangeiros no País diminuiu, e se o índice continuar nesse ritmo, os estrangeiros gastarão mais no Brasil do que os brasileiros no exterior, o que era uma realidade impensável.

O que é visto e o que não é visto no aumento da taxa Selic
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O que é visto e o que não é visto no aumento da taxa Selic

Na última quarta-feira (17), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, por unanimidade, aumentar a Selic - taxa básica de juros - em 0,75%. Assim, a taxa passou de 2% para 2,75% ao ano. Como essa elevação afetam na prática, a vida do cidadão brasileiro? E as empresas? Assunto para José Márcio de Barros, nesta edição do CBN Investimentos. "Perdem as pessoas físicas, que veem as taxas dos cheques especiais e parcelamento das faturas de cartão de credito ficarem mais altas. Perdem as empresas, porque tem os seus custos financeiros majorados", avalia o comentarista. Ouça!

Análise: alta da inflação vai impulsionar elevação na taxa de juros
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Análise: alta da inflação vai impulsionar elevação na taxa de juros

O IBGE divulgou, na última quinta-feira (11), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, de fevereiro. Assunto desta edição do CBN Investimentos! O resultado do mês ficou 0,89%, contra 0,25% em janeiro. Segundo José Márcio de Barros, o número veio acima do esperado pelo mercado, que previa 0,70%. Com isso, a Selic - taxa básica de juros - deverá subir na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para a próxima semana.

B3 cai em relação ao mundo; Retiradas da poupança diminuem em janeiro
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B3 cai em relação ao mundo; Retiradas da poupança diminuem em janeiro

Nesta edição do CBN Investimentos, José Márcio de Barros apresenta o panorama da bolsa de valores brasileira. A B3 é uma das bolsas que mais cai em relação a outros pares internacionais. Outro dado trazido pelo comentarista é do das retiradas da Caderneta de Poupança. O montante retirado pelos investidores caiu em fevereiro, em relação ao mês anterior. No segundo mês do ano, foram sacados R$ 5,8 bilhões, ante ao triplo do valor em janeiro - R$ 18,1 bilhões.

Contrariando analistas, Petrobras lucra e vai pagar dividendos
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Contrariando analistas, Petrobras lucra e vai pagar dividendos

Contrariando a previsão de prejuízo feita por analistas do mercado financeiro, a Petrobras registrou lucro de R$ 59,89 bilhões no quarto trimestre de 2020 e fechou o ano no azul - com liquidez de R$ 7,1 bilhões. Assunto para José Márcio de Barros, nesta edição do CBN Investimentos! A empresa, inclusive, aprovou o pagamento de R$ 10,3 bilhões em dividendos aos investidores - equivalente a 5% do capital social, aplicado tanto às ações preferenciais quanto às ordinárias. O valor é equivalente a R$ 0,78 por ação em circulação. Ouça a análise completa!

Pagamentos através de cartões aumentam 8,2%; saiba os motivos
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Pagamentos através de cartões aumentam 8,2%; saiba os motivos

Nesta edição do CBN Investimentos, José Márcio de Barros conversou com Ricardo Vieira, vice-presidente executivo da Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Credito e Serviços (Abecs). Segundo um balanço, divulgado pela associação, os pagamentos feitos pelos brasileiros com cartões de crédito, débito e pré-pagos chegaram aos R$ 2 trilhões em 2020, o que corresponde a um crescimento de 8,2% na comparação com o ano anterior.

Análise: resgates da poupança superam os depósitos em janeiro
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Análise: resgates da poupança superam os depósitos em janeiro

O primeiro mês de 2021 foi de resgates da poupança superando os depósitos. Em janeiro, os resgates líquidos foram da ordem de R$ 18,1 bilhões, o maior saque para um mês de janeiro desde o início da série histórica do Banco Central, em 1995. Assunto para análise de José Márcio de Barros, esta edição do CBN Investimentos! O comentarista também traz um panorama da semana na economia. Ouça:

Análise: dólar desponta como ativo mais valorizado em janeiro
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Análise: dólar desponta como ativo mais valorizado em janeiro

Nesta edição do CBN Investimentos, José Márcio de Barros apresenta o panorama do mercado financeiro no primeiro mês de 2021. O ativo que mais valorizou foi o dólar, com variação positiva de 5,67%. Na Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, desempenho negativo. O índice Bovespa terminou janeiro com uma queda de 1,31%. Ao redor do mundo, bolsas também recuaram. Somente China e Japão operaram no positivo. Ouça a análise completa:

Análise: mundo 'surfa' na onda azul, mas Brasil segue outro caminho
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Análise: mundo 'surfa' na onda azul, mas Brasil segue outro caminho

Nesta edição do CBN Investimentos, José Márcio de Barros um "overview" da situação política e econômica do Brasil e do mundo. Em sua análise, enquanto o mundo surfa uma onda positiva, o índice Ibovespa segue o caminho da queda. Isso porque o que está acontecendo lá fora, como a posse de um novo presidente americano, não consegue segurar o que acontece aqui dentro do País, como o desequilíbrio das contas públicas, eleição no Congresso Nacional e agravamento da segunda onda da covid-19. Além disso, a comentarista também destaca: uma reunião do Comitê de Política Monetária, que era para ser inexpressiva, causou rebuliço econômico. Ouça:

Análise: Pacote trilionário de Biden estimula bolsa brasileira
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Análise: Pacote trilionário de Biden estimula bolsa brasileira

O anúncio de um pacote de R$ 2 trilhões proposto pelo presidente eleito Joe Biden (EUA) robusteceu as operações das bolsas ao redor do mundo, inclusive no Brasil. Ontem (14), o índice Bovespa avançou 1,27%, chegando a marca de 123.480 pontos e movimentação superior a R$ 30 bilhões. Assunto para análise de José Márcio de Barros, nesta edição do CBN Investimentos. A expectativa com o pacote trilionário e as notícias de campanhas de vacinação contra covid-19 reforçaram apostas de recuperação da economia global, inflando os ativos financeiros, aponta o comentarista. Ouça!

Análise: em cenário moderado, Ibov pode chegar a 135 mil pontos
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Análise: em cenário moderado, Ibov pode chegar a 135 mil pontos

A Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, começou 2021 surfando na "onda azul" do final de 2020. O jargão utilizado pelos economistas refere-se à cor do Partido Democrata, do presidente eleito dos Estados Unidos Joe Biden, cuja vitória impulsionou o mercado financeiro. Nesta semana, o índice Bovespa bateu a marca histórica e se aproxima de ultrapassar os 125 mil pontos. Na análise de José Márcio de Barros, nesta edição do CBN Investimentos, há três cenários para a bolsa em 2021: o conservador, com o Ibovespa na casa dos 90 mil pontos em 2021; o base, com a bolsa em 135 mil pontos; e o otimista, que prevê que o IBOV atinja os 155 mil pontos até o fim do ano. Ouça:

Em 10 meses, Ibovespa valoriza 85% e bate 115 mil pontos em dezembro
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Em 10 meses, Ibovespa valoriza 85% e bate 115 mil pontos em dezembro

O índice Bovespa, que em março estava em 65 mil pontos, bateu 115 mil pontos nesta sexta-feira (11) - uma valorização de 85%. Assunto para análise de José Márcio de Barros, nesta edição do CBN Investimentos. Segundo o comentarista, o volume de negociação também surpreende: só ontem (10), foram R$ 24 bilhões negociados. A semana também foi de IPO, a maior desde 2013. A Rede D'Or, do ramo hospitalar, estreou na B3 e captou R$ 11,4 bilhões e ganhos de 11% no primeiro dia de comercialização de suas ações. Ouça a análise completa:

Análise: desempenho do Ibovespa em novembro supera bolsas do mundo
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Análise: desempenho do Ibovespa em novembro supera bolsas do mundo

O índice Bovespa vive uma onda azul. Nesta semana, fechou todos os dias acima de 100 mil pontos, e está variando na casa dos 110 mil pontos. José Márcio de Barros, nesta edição do CBN Investimentos, traz em sua análise que no mês de novembro sobe frente a outras nove bolsas de países emergentes e sobre as três principais bolsas americanas (S&P 500, a Nasdaq e o Dow Jones). A média diária de negócios no mês foi de quase R$ 30 bilhões e, segundo o comentarista, nem mesmo as incertezas fiscais tem sido capazes de afastar os investidores. Ouça a análise completa.

Análise: Reta final de 2020 é marcada de incertezas para a economia
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Análise: Reta final de 2020 é marcada de incertezas para a economia

Faltando dois meses para o fim de 2020, José Márcio de Barros analisa a reta final do ano para a economia nesta edição do CBN Investimentos. Incertezas, segundo o comentarista, tomam conta dos mercados. O indicativo de nervosismo foi a queda das bolsas de valores ao redor do mundo e alta do dólar nessa semana. Ouça a análise completa:

Prévia do PIB aponta crescimento da economia brasileira em agosto
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Prévia do PIB aponta crescimento da economia brasileira em agosto

O Banco Central divulgou nesta quinta-feira (15) o IBC-Br de agosto. O indicador é considerado uma prévia do PIB oficial brasileiro. Os agentes do mercado esperavam uma alta de 1,60% - foi registrada alta, porém menor do que a esperada: 1,06%, a quarta alta consecutiva. Esse é o assunto de José Márcio de Barros, nesta edição do CBN Investimentos. Mas no acumulado dos últimos 12 meses, o IBC-Br aponta queda de 3,09%. Já no acumulado dos meses de pandemia, a queda é de 5,44%. O comentarista explica os resultados e traz um panorama das previsões de consultorias e bancos para o PIB. Ouça!

Fundos de investimento têm captação recorde no terceiro trimestre
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Fundos de investimento têm captação recorde no terceiro trimestre

Os fundos de investimentos tiveram ingresso financeiro líquido de R$ 190 bilhões no terceiro trimestre de 2020. É o que aponta os dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), divulgados ontem (08). Os fundos de renda fixa tiveram a maior parte dos ingressos - R$110 bilhões, seguidos pelos fundos Multimercado - R$43 bilhões, e pelos fundos de ações - R$16 bilhões. É o maior valor de captação da série histórica para o intervalo. Este é o tema desta edição do CBN Investimentos. Ouça a análise de José Márcio de Barros!

Com perda acumulada de 18%, o que esperar da Bolsa de Valores?
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Com perda acumulada de 18%, o que esperar da Bolsa de Valores?

Nesta edição do CBN Investimentos, José Márcio analisa dois períodos: os 75% do ano de 2020 que já se foi e os 25% restantes. No primeiro, o cenário é de perda acumulada, em real, de 18,2% no índice Bovespa, segundo um levantamento da XP. Já em dólar, o recuo salta para 41,7%, levando a B3 à marca de bolsa de valores com a pior performance do mundo em 2020. No segundo período, o comentarista analisa o que devemos esperar do mercado financeiro nos próximos três meses. O Ibovespa vai retornar aos históricos cem mil pontos? Acompanhe a análise de José Márcio!

Cenário de incertezas puxa Ibovespa para 4ª semana de queda; entenda
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Cenário de incertezas puxa Ibovespa para 4ª semana de queda; entenda

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (B3), que abriu o pregão da última segunda-feira (21) a pouco mais de 98 mil pontos, fechou com 96.999 pontos nesta sexta-feira (25) e acumulado semanal negativo. Já é a quarta semana de decréscimo do Ibovespa. Mas quais são os motivos para a flutuação da bolsa e o mal desempenho do índice? Quem responde é José Márcio de Barros, nesta edição do CBN Investimentos. O comentarista explica que há um cenário de incertezas - tanto nacionalmente quanto internacionalmente. Ouça a análise!

Ruídos do governo sobre Renda Brasil chegam ao mercado financeiro
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Ruídos do governo sobre Renda Brasil chegam ao mercado financeiro

Nesta edição do "CBN Investimentos", o comentarista José Márcio de Barros traz como destaque a decisão do presidente Jair Bolsonaro de abandonar o programa Renda Brasil. Com a repercussão dos estudos do governo para substituir o Bolsa Família, o presidente Bolsonaro deu "cartão vermelho" à equipe econômica. Os estudos previam o congelamento de aposentadorias e pensões, hoje vinculadas ao salário mínimo; a restrição da concessão do seguro-desemprego, com menos parcelas; e o corte do número de beneficiários do BPC, idosos e pobres com deficiência. Acompanhe detalhes da análise do comentarista!

Saiba o que são e porque as IPO's agitam o mercado financeiro
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Saiba o que são e porque as IPO's agitam o mercado financeiro

Você sabe o que são IPO's? É a sigla para "Initial Public Offering", ou "Oferta Pública Inicial" em português. Este tipo de oferta é realizada quando uma empresa privada quer abrir seu capital e oferecer uma parte de sua composição acionária à bolsa de valores. As IPO's são o assunto de José Márcio de Barros nesta edição do CBN Investimentos. Isso porque, no mesmo ritmo que crescem o número de investidores cadastrados no mercado financeiro, também aumentou o número de empresas registradas a intenção de abrir o capital: são 34, segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O comentarista explica como funciona o processo e o que as empresas ganham com a oferta pública de ações. Ouça o quadro completo!

Análise: impactos da Reforma Administrativa e o
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Análise: impactos da Reforma Administrativa e o "payroll" americano

Nesta edição do CBN Investimentos, José Márcio de Barros destaca o encaminhamento da proposta de Reforma Administrativa ao Congresso Nacional, oficializado na última quinta-feira (03). Ele aponta que a notícia trouxe um "alento" ao mercado acionário e cambial e terá impactos positivos a médio e longo prazo. O comentarista também fala sobre a divulgação do "payroll" americano - que é o relatório da geração de empregos dos Estados Unidos. Ouça a análise completa!

Tesouro Direto mantém alta demanda e dólar tem destaque em agosto
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Tesouro Direto mantém alta demanda e dólar tem destaque em agosto

Neste quadro "CBN Investimentos", o comentarista José Márcio de Barros analisa como está a demanda da população pelo Tesouro Direto, que nos últimos tempos passou a ser alvo de grande demanda como aplicação de recursos. "Quais são os títulos mais procurados? Vamos ver que 87% procura valor abaixo de R$ 5 mil. Enquanto outros 68% investem valores entre 0 e R$ 1 mil", analisa. José Márcio ainda fala como os principais indicadores do mercado financeiro se encaminham para fechar o mês de de agosto. "Se você observar o comportamento de opções, temos um buraco entre abril e julho por causa da pandemia. Mas observando o ano inteiro e na comparação com o anterior, o dólar desponta assim como a bolsa americana". Ouça e entenda:

Análise: quatro meses de queda do setor de serviços vai impactar PIB
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Análise: quatro meses de queda do setor de serviços vai impactar PIB

O principal setor e termômetro de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, é o terceiro setor - de serviços. Segundo dados do IBGE, em virtude da pandemia do novo coronavírus, após pequena alta de 0,6% em janeiro, o setor de serviços apresentou quatro meses de forte queda - caiu 1% em fevereiro, 7,1% em março, 11,9% em abril e 0,5% em maio. Esse é o assunto de José Márcio de Barros, nesta edição do CBN Investimentos. Ouça a análise do comentarista!

Análise: os impactos da alta do IPCA e da queda da Selic na economia
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Análise: os impactos da alta do IPCA e da queda da Selic na economia

A nova decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), divulgação na última quarta-feira (05), que reduziu novamente a taxa básica de juros da economia brasileira, movimentou o mercado financeiro nesta semana. A Selic passou de 2,25% para 2% - o nono corte seguido - e atingiu o menor patamar histórico desde 1999, quando entrou em vigor o atual regime de metas para a inflação. Nesta edição do CBN Investimentos, José Márcio de Barros analisa como o desempenho da Selic impacta na economia brasileira e os investimentos. Ouça a análise completa!

Ibovespa fecha julho avançando 8,47% no mês
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Ibovespa fecha julho avançando 8,47% no mês

Nesta edição do CBN Investimentos, que acontece no último dia do mês de julho, José Márcio de Barros, apresenta o panorama atualizado e detalhado da economia nos sete primeiros meses do ano. Quais os indicadores em destaque? "Disparado, o ouro foi o ativo que mais valorizou-se em 2020, com quase 59% de valorização. Subiu somente 3,87% em julho. Em julho, ainda, o ativo que mais subiu foi o índice da Bolsa de Valores de São Paulo (B3), com 8,47%", explica José Márcio. Outro ponto de destaque para a discussão: "o dólar desvalorizou-se 5% em julho. Contudo, sobe 28% em 2020. A Bolsa no ano ainda apresenta uma perda de 9%, porém, quando pegamos o período compreendido entre o dia 23 de março (quando teve a menor cotação), até a última quinta-feira (30), apresentou uma valorização de 65%", detalha. Ouça o quadro completo!

Empresários acreditam que faturamento pode cair até 25% em 2020
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Empresários acreditam que faturamento pode cair até 25% em 2020

Nesta edição do CBN Investimentos, José Márcio de Barros traz um panorama do faturamento de empresários em meio à pandemia do novo coronavírus. Uma levantamento realizada pela rede global de consultoria e auditoria KPMG em junho, com 11 setores da economia brasileira, aponta que 25,2% dos empresários acha que o faturamento das empresas pode cair de 10% a 25% neste ano. Uma minoria acredita que a arrecadação será superior a 25%: somente 3,3% deles. Ouça a análise do comentarista!

Sob a pandemia, investidores estrangeiros recuam na bolsa brasileira
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Sob a pandemia, investidores estrangeiros recuam na bolsa brasileira

Nesta edição do "CBN Investimentos", o comentarista José Márcio de Barros traz como destaque novos números que reforçam o impacto da pandemia do novo coronavírus na economia. Entre esses, a "fuga" de investimentos estrangeiros nos últimos meses. Os investidores estrangeiros retiraram R$ 5,5 bilhões, só no mês de julho, da bolsa de valores brasileira. Mesmo assim, aponta José Márcio de Barros, a composição dos aplicadores na bolsa (B3) mostra que os estrangeiros ainda são maioria. Outro cenário apontado pelo comentarista: "Neste mês de julho, o índice Bovespa já valorizou 5,78%, porém, no ano de 2020, ainda está negativa em 13%. O pico máximo que a Bolsa atingiu foi 119.593 pontos, no dia 23 de janeiro deste ano. Hoje está em 101.700, subindo até o momento 1,15%", detalha. Ouças as explicações completas!

Os rendimentos e aplicações que foram destaques no 1º semestre do ano
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Os rendimentos e aplicações que foram destaques no 1º semestre do ano

Nesta edição do "CBN Investimentos", o comentarista José Márcio de Barros traz como destaque o cenário do mercado econômico no primeiro semestre - em destaque para o rendimento de ativos e as aplicações em destaque. Levantamento do site "InfoMoney" apontou que, em um semestre atípico para o mundo e também para o mercado financeiro, caracterizado principalmente pelo avanço da pandemia de coronavírus, o dólar e o ouro foram os ativos mais rentáveis no Brasil, com valorizações da ordem de 36% e 53%, respectivamente, na primeira metade do ano. Enquanto isso, na renda fixa, o CDI teve variação de 1,75% no semestre, enquanto a poupança rendeu 1,38% no período. Ao longo desse primeiro semestre outro ponto de destaque na economia foi o pagamento do auxílio emergencial por parte do governo federal. "A medida trouxe uma injeção para a economia, ainda que boa parte dos beneficiários tenham guardado esse dinheiro do auxílio para usar mais tarde. Mas é importante pra economia continuar girando", detalha. Confira a análise completa!

Destaques econômicos: legado da pandemia será o alto endividamento
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Destaques econômicos: legado da pandemia será o alto endividamento

Nesta semana, a Fundação Getúlio Vargas divulgou duas pesquisas. Em uma delas, fica constatada de que a pandemia deixará dois péssimos legados para a população: o alto endividamento e a inadimplência. Cerca de 1/3 das famílias tem dívidas ou contas atrasadas. Se analisada a faixa de renda de aproximadamente R$ 2,1 mil, o percentual aumenta para 45%. É sobre esse assunto que José Márcio de Barros traz detalhes, nesta edição do CBN Investimentos. Ouça! >>> audio aqui O comentarista também fala sobre o relatório de inflação do Banco Central, também divulgado esta semana, que prevê que a industria deve cair 8,5% em 2020, e os serviços vão registrar queda de 5,3%. Tudo isso diante de números já registrados, como a queda de 1,5% do Produto Interno Bruto brasileiro no 1º trimestre. José Márcio relaciona o assunto ao "otimismo exagerado": a economia real ainda fraca e com recuperação lenta. As empresas estão mais preocupadas em sobreviver e sobreviver em relação aos concorrentes.

Com a queda da Selic, como ficam os investimentos?
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Com a queda da Selic, como ficam os investimentos?

Nesta edição do "CBN Investimentos", o destaque trazido pelo comentarista José Márcio de Barros é que o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) reduziu nesta semana (o anúncio foi na quarta-feira, 17) a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, de 3% para 2,25% ao ano. Esta foi a oitava redução consecutiva. A decisão foi unânime. Diante desse cenário, especialistas do mercado explicaram que é o menor patamar da história e a consequência é que boa parte dos investimentos conservadores deve ter um retorno real — ou seja, descontando a inflação — zero ou negativo, segundo informação do jornal "Valor Econômico". "Com esse cenário que temos, as pessoas sempre acabam se perguntando o que fazer com os investimentos e o que muda. No geral, eu diria que é a mesma fórmula de sempre: quanto menor a taxa Selic, menos atrativos são os títulos de renda fixa no aspecto rentabilidade e maior passa a ser o interesse na Bolsa, que passa a ser uma opção ao investidor", explica. Acompanhe a análise do comentarista sobre o assunto.

Bolsa em alta e retomada de ofertas de ações são destaques
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Bolsa em alta e retomada de ofertas de ações são destaques

Nesta edição do CBN Investimentos, com o comentarista José Márcio de Barros, são destaques na economia dois pontos: a Bolsa em alta e a retomada de ofertas de ações nos Estados Unidos e que reflete no Brasil. A oferta pública inicial (IPO na sigla em inglês) da Warner Music, por exemplo, na bolsa americana, esta semana, foi a maior operação do ano nos Estados Unidos. Além disso, a economia dos Estados Unidos ganhou 2,5 milhões de postos de trabalho em maio de 2020, segundo relatório de emprego (conhecido como Payroll) divulgado nesta sexta-feira (5). "Em abril foi anunciada a perda de 20,5 milhões de postos de trabalho e a expectativa do mercado era de que seria anunciada uma perda entre 7,5 a 8,3 milhões de postos de trabalho - o que traria a taxa de desemprego para 18,1%. Entretanto, foi anunciada a criação de 2,5 milhões de vagas de emprego em maio, trazendo a taxa de desemprego de 14,7% para 13,3%", explica.

Análise: PIB brasileiro cai 1,5% no 1º trimestre de 2020
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Análise: PIB brasileiro cai 1,5% no 1º trimestre de 2020

Nesta edição do CBN Investimentos, o economista José Márcio de Barros, além de trazer os indicadores do mês de maio, destaca o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. O PIB caiu 1,5% no 1º trimestre, na comparação com os 3 últimos meses de 2019, segundo divulgou nesta sexta-feira (29) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado, segundo o órgão, reflete apenas os primeiros impactos da pandemia de coronavírus e coloca o país à beira de uma nova recessão, uma vez que a expectativa é de um tombo ainda maior no 2º trimestre. Confira a análise completa do comentarista!

Mesmo na crise, mercado tem maior abertura dos dados de investidores
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Mesmo na crise, mercado tem maior abertura dos dados de investidores

Nesta edição do CBN Investimentos, com o comentarista José Márcio de Barros, o destaque central é um pesquisa divulgada pela Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) que trouxe pela primeira vez uma maior abertura dos dados dos investidores brasileiros. O que teria levado os brasileiros a aplicar na Bolsa? José Márcio traz algumas das explicações. "Foi, sem dúvidas, a queda vertiginosa nas taxas de juros, a queda na taxa Selic. O brasileiro resolveu que era hora de correr um pouco mais de risco", explica. José Márcio de Barros também traz o dado de que a B3 tem 2,4 milhões de contas de investidores. "São 1,9 milhão de CPF's, o que evidencia que 500 mil tem conta em mais de uma corretora. Desses 1,9 milhão de CPF's, 1,7 milhão são ativos. Ou seja, possuíam em marco algum valor aplicado no mercado de ações", detalha. Acompanhe a análise completa!

Dólar vai chegar a R$ 6? Entenda o que está em jogo na economia
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Dólar vai chegar a R$ 6? Entenda o que está em jogo na economia

Nesta edição do CBN Investimentos, José Márcio de Barros traz as mais recentes atualizações envolvendo a economia do país, em meio ao cenário de pandemia do novo coronavírus. Na última quarta-feira, o dólar fechou cotado a R$ 5,901, o maior valor nominal de fechamento desde a criação do Plano Real. Nesta sexta-feira (15), o dólar apresentou alta após o médico Nelson Teich, pedir demissão do cargo de Ministro da Saúde. A moeda americana fechou a semana cotada a R$ 5,83, elevação de 0,34%. Ouça a análise do comentarista!

A economia na semana: Selic em 3% e recorde do dólar
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A economia na semana: Selic em 3% e recorde do dólar

Nesta edição do CBN Investimentos o comentarista José Márcio de Barros traz como destaque que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) do Brasil cortou a meta para os juros básicos (Selic) em mais 0,75 ponto, nesta semana, para 3% ao ano. A nova taxa de referência da economia brasileira passou a valer nesta quinta (7) e ficará em vigor por pelo menos seis semanas, quando os diretores da autoridade monetária voltarão a se reunir. "Foi a sétima queda seguida e trouxe para um patamar histórico que não se via desde 1999, quando foi instituído o Regime de Metas de Inflação", contextualiza. Outro destaque trazido pelo comentarista é que o dólar bateu novo recorde nesta semana, cotado a R$ 5,87. "Além do real está caindo frente a uma cesta de moedas, a incerteza no quadro político interno brasileiro ajuda a moeda a subir em função da procura para proteção", explica.

No dia da saída de Moro, dólar dispara e passa de R$ 5,70
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No dia da saída de Moro, dólar dispara e passa de R$ 5,70

A sexta-feira (24) de grande agitação no mercado político do Brasil influencia diretamente no mercado financeiro. Em meio à tensão da exoneração do diretor-geral da Polícia Federal e após o ministro da Justiça, Sérgio Moro, anunciar a demissão do cargo e sua saída do governo Bolsonaro, ainda nesta manhã, o dólar opera em alta, renovando máximas históricas de cotação nominal (sem considerar a inflação). Às 12h18, por exemplo, a moeda norte-americana era vendida a R$ 5,6733, em alta de 2,61%. Na máxima até o momento, logo após o inicio do pronunciamento de Moro, chegou a R$ 5,7172 – novo recorde intradia. Confira a análise do comentarista José Márcio de Barros, no CBN Investimentos, sobre o mercado. Ouça!

Coronavírus: o impacto da queda do PIB chinês para o Brasil
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Coronavírus: o impacto da queda do PIB chinês para o Brasil

Nesta edição do CBN Investimentos, com o comentarista José Márcio de Barros, ele destaca que influenciada pela crise do coronavírus, a economia da China registrou a primeira contração em quase 30 anos. O Produto Interno Bruto (PIB) do gigante asiático desabou 6,8% no 1º trimestre, na comparação com o mesmo período do ano passado, confirmando os efeitos causados pela pandemia do novo coronavírus que parou o país no início de 2020. Apesar do número negativo, o comentarista explica que os 6,8% também tem um viés positivo e impactar no Brasil. Outro destaque é que o isolamento social mudou a rotina de consumo do brasileiro. Para conciliar o trabalho remoto, a limpeza da casa, o cuidado dos filhos, a alimentação e o lazer, as pessoas compraram mais bens duráveis pela internet para auxiliar nas tarefas durante a quarentena. A venda on-line de aspirador de pó, por exemplo, mais que triplicou na semana 30 de março a 5 de abril, na comparação anual, segundo a consultoria GfK. Confira!

No mês do coronavírus, confira o desempenho do mercado financeiro
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No mês do coronavírus, confira o desempenho do mercado financeiro

Num mês marcado por fortes variações diante do cenário do coronavírus pelo mundo, o mercado econômico enfrentou turbulências ao longo de março. É sobre os principais índices da Bolsa e do dólar, por exemplo, que a gente conversa, nesta edição do CBN Investimentos, com o comentarista José Márcio de Barros. "Cabe frisar a alta do dólar de 15,56%, em março, e acumulado de 28,98% no ano. Isso contra uma inflação de 0,57% e uma Selic de 1,01%, acumulada em 2020. A poupança, que rende 70% da Selic, rendeu no primeiro trimestre 0,74%", explica. Ele salienta que a incerteza está muito alta e a moeda está mais utilizada do que o ouro para proteção. José Márcio de Barros também sinaliza os dados sobre o nível do desemprego no Estados Unidos. "Demitir nos EUA é muito mais rápido do que no Brasil, onde as leis trabalhistas são mais rígidas. Só em março foram cortados 700.000 postos de trabalho", finaliza.

Entenda as medidas do governo federal para estimulo à economia
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Entenda as medidas do governo federal para estimulo à economia

Em meio à crise também causada na economia com o coronavírus, o governo federal anunciou nesta sexta-feira (27) uma linha de crédito emergencial para pequenas e médias empresas e que vai financiar salários pelo período de dois meses. Anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, o programa vai disponibilizar no máximo R$ 20 bilhões por mês, ou seja, R$ 40 bilhões em dois meses. Nesta semana a Câmara dos Deputados também aprovou um projeto que prevê o pagamento de R$ 600 a trabalhadores informais por três meses em razão da pandemia do coronavírus. A mulher que for mãe e chefe de família poderá receber R$ 1,2 mil. A proposta do governo era de R$ 200 para os trabalhadores informais, o Congresso passou para R$ 600. É sobre isso que o comentarista José Márcio de Barros trata nesta edição do CBN Investimentos. Confira:

Em momento de crise, saiba como investir seu dinheiro
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Em momento de crise, saiba como investir seu dinheiro

Nesta edição do CBN Investimentos, com o comentarista José Márcio de Barros, o destaque são as orientações sobre onde investir o dinheiro em meio ao cenário de dificuldades na economia com a pandemia do coronavírus.

O efeito do coronavírus nos mercados nacional e internacional
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O efeito do coronavírus nos mercados nacional e internacional

No CBN INVESTIMENTOS de hoje, José Márcio de Barros continua a abordar as consequências do Coronavirus nas bolsas pelo mundo. O investimento estrangeiro já retirou, só neste ano, R$ 43,6 bi da B3 no mercado brasileiro. Falará, também, da queda na atividade econômica da China e o efeito que causa em outros comércios. Acompanhe!

O efeito coronavírus no mercado brasileiro e análise de ativos
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O efeito coronavírus no mercado brasileiro e análise de ativos

No CBN INVESTIMENTOS de hoje, José Márcio de Barros comenta o rendimento dos principais ativos e aborda o estrago causado pelo Coronavirus na Bolsa brasileira. Em dois dias,  queda de US$ 280 bi no valor de mercado das empresas. Somente a AMBEV caiu R$ 20 bi em 1 dia. Impressionante! Acompanhe!

O impacto do coronavírus na economia mundial
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O impacto do coronavírus na economia mundial

José Marcio de Barros comenta o assunto, confira!

Crescimento da economia deve ser menor do que o necessário, aponta BC
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Crescimento da economia deve ser menor do que o necessário, aponta BC

O crescimento da economia brasileira deve ser abaixo de 1%, de acordo com cálculos do Banco Central. A prévia demonstra um número aquém do que é esperado e indica um crescimento amargo da economia. Esse é o assunto de hoje do CBN Investimentos. José Márcio de Barros apresenta os motivos para a previsão de baixo crescimento econômico em 2020 e como isso afeta o cenário brasileiro. A atividade fraca do mercado e o coronavírus também levaram o PIB à revisão. Acompanhe!

Destaques econômicos da semana
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Destaques econômicos da semana

Nesta edição, José Márcio de Barros destaca os principais assuntos econômicos da semana. Dentre eles, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de janeiro e a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa básica de juros. O comentarista também explica como a influência do coronavírus está afetando o mercado financeiro. Acompanhe!

Confira os destaques econômicos da semana
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Confira os destaques econômicos da semana

Acompanhe o quadro CBN Investimentos.

IBC-BR, prévia do PIB, apresenta alta pelo quarto mês seguido
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IBC-BR, prévia do PIB, apresenta alta pelo quarto mês seguido

O Banco Central divulgou nesta quinta (16), o IBC-BR de novembro - prévia do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. O resultado surpreendeu o mercado, já que apresentou crescimento, ao contrário da expectativa de queda ou leve crescimento. Foi o quarto mês seguido de alta do indicador. No acumulado do ano, o IBC-BR acumulou uma alta de 0,95%. Em novembro, a expansão foi de 0,18%, em comparação com o mês anterior. Com isso, está praticamente confirmada a expectativa de um crescimento de 1% a 1,1% do PIB de 2019. Quem repercute o resultado é José Márcio de Barros, no CBN Investimentos desta sexta-feira. Acompanhe!

Em dezembro, IPCA foi de 1,15%; entenda os impactos
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Em dezembro, IPCA foi de 1,15%; entenda os impactos

Entre os destaques do CBN Investimentos estão os dados que envolvem a divulgação do IPCA. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de dezembro subiu 1,15%, enquanto, em novembro, havia registrado 0,51%. Este foi o maior resultado para um mês de dezembro desde 2002, quando o IPCA ficou em 2,10%. Em dezembro de 2018, a taxa foi de 0,15%. No ano, o IPCA acumulou variação de 4,31%, 0,56 p.p. acima dos 3,75% registrados em 2018. Confira!

Efeito da carne? Inflação oficial acelera para 0,51% em novembro
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Efeito da carne? Inflação oficial acelera para 0,51% em novembro

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, acelerou para 0,51% em novembro, depois de ter ficado em 0,10% em outubro, segundo divulgou nesta sexta-feira (6) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta no mês foi puxada pela aceleração dos preços do grupo "alimentação e bebidas" (0,72%),  impactado principalmente pelo aumento do preço das carnes (8,09%), que exerceram o maior impacto na taxa de inflação do mês.

Tesouro Direto tem vendas líquidas de R$ 49,4 milhões em outubro
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Tesouro Direto tem vendas líquidas de R$ 49,4 milhões em outubro

Título mais demandando foi Tesouro Selic, cuja participação nas vendas atingiu 42,5% As vendas do Tesouro Direto atingiram R$ 1,992 bilhão em outubro e os resgates, R$ 1,943 bilhão. Houve, assim, emissão líquida de R$ 49,4 milhões no mês passado, informou nesta segunda-feira a Secretaria do Tesouro Nacional.

Os destaques econômicos da semana
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Os destaques econômicos da semana

Neste episódio do CBN Investimentos, você confere quais são os principais destaques econômicos da semana. José Márcio de Barros também explica porque os analistas preveem que o Natal de 2019 será o melhor dos últimos anos para a economia.

Os ativos mais rentáveis dos dez primeiros meses de 2019
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Os ativos mais rentáveis dos dez primeiros meses de 2019

José Márcio de Barros aponta os ativos e indicadores que foram mais rentáveis nos dez primeiros meses deste ano. Na renda  fixa, o destaque vai para o IMA-B, índice que acompanha títulos atrelados à inflação. Já na renda variável, os mais rentáveis foram o título imobiliário IMOB, o Índice Small Cap, com ações de empresas com pequena capitalização, e o IDIV, de dividendos.